A
Rainha Vermelha é uma distopia adolescente que divide opiniões. Uns amaram e
outros odiaram, eu estou no meio termo, gostei e tecnicamente o achei ok.
Ele
foi lançado no ano passado pela editora seguinte e tem como protagonista Mare
Borrow que vive num mundo dividido entre aqueles de sangue vermelho (os pobres
destinados à miséria) e os prateados (os ricos e poderosos aos quais os
vermelhos devem seguir) os prateados inclusive são tão especiais que possuem
poderes.
Mare
tem sangue vermelho e para sustentar a família ela pratica furtos, com uma
ajudinha prateada ela vai parar no mundo deles e descobre ter poderes também.
O
livro começa com a vida humilde de Mare e o relacionamento dela com os pais e a
irmã prodígio (e salvação) da família Gisa. Seus irmãos estão servindo na
guerra dos reinos. E nesse primeiro ato lemos a descrição da primeira
manifestação do seu poder, mas só ligamos os pontos depois. Ela tem um melhor
amigo chamado Kilorne que vira o pivô da reviravolta da trama. Tentar salva-lo
do recrutamento é um dos motivos pelos quais ela acaba virando criada dos
prateados, isso e Cal, um dos príncipes prateados.
