Hoje
é dia internacional da mulher e infelizmente não temos muito que comemorar. As
mudanças estão acontecendo lentamente e é inadmissível que em pleno 2016 ainda
tenhamos que usar esse dia para protestar e não para comemorar, mas isso é
assunto para outro post, vamos aproveitar esse dia para admirar personagens
femininas tão amadas (principalmente por mim hehe) gosto tanto delas que as
queria como:
Irmã:
Elisabeth Bennet – Orgulho e preconceito
Personagem
principal do livro Orgulho e preconceito, Lizzie é uma ótima irmã. Protetora,
guardiã e conselheira, principalmente com Jane que não tem opinião forte como a
dela. Além de ser uma irmã e filha maravilhosa é uma personagem a frente do seu
tempo. Batia o pé para as ordens da mãe e da sociedade. Optou por casar por
amor em uma época em que o dinheiro falava mais alto (acho que estamos voltando
a esses tempos) e no final conquistou Mr Darcy <3
Cunhada:
Kit Kat – Questão de Tempo
Até
o nome dela é doce! Lydia Wilson interpretou em About Time uma menina
excêntrica, maluquinha e muito carinhosa. Totalmente extrovertida e engraçada,
o oposto do irmão, que apesar de fofo é tímido e reservado. Adoraria ter uma
cunhada como ela, que não pode te ver que te enche de beijos. Sou apaixonada
por essa personagem desde que vi o filme pela primeira vez.
Amiga:
Sam – As vantagens de ser invisível
Eu
sei que o cinema é recheado de boas amigas e filmes sobre amizade são feitos o
tempo todo. Temos Amigas para sempre, O casamento de Muriel, Thelma e Louise
entre outros, mas seria difícil escolher apenas uma amiga das duplas para
querermos que fosse nossa Best então escolhi uma personagem incrível que eu
queria muito que fosse minha amiga. Ela é a Sam, personagem da Emma Watson em
As Vantagens de ser Invisível, além de ser um ótimo filme ele trás bons
ensinamentos sobre amizade e como devemos ser inclusivos. Sam era melhor amiga
do meio irmão e de Charlie e apesar de seus problemas pessoais ela era otimista
e sorridente. Sempre feliz e animada, quem não quer uma amiga como essa?
Mãe:
Joy – O quarto de Jack
Essa
categoria é como a de cima. São muitas opções para uma só escolha mas
ultimamente a super mãe que não sai da minha cabeça é Joy, personagem da
vencedora do Oscar desse ano, Brie Larson. O cinema já retratou muitos tipos de
mães sofredoras, mas o caso dela é tão real e ao mesmo tempo assustador. Você
conseguiria criar e amar um filho que foi fruto de um estupro e um
encarceramento? Poucas mães podem fazer isso e ela o amou cada segundo. Por
isso não tem como ser outra.
Filha:
Gertie Trinké – Menina dos olhos
Esse filme pode até ser considerado ruim por alguns, mas eu gosto
bastante. É aquele tipo de filme para se assistir num dia calmo de chuva, pode
até provocar lagrimas em algumas partes, mas é muito engraçado e fofo, graças à
atuação de Raquel Castro como Gertie, ela é uma graçinha e apesar da pouca
idade ela tem muita personalidade e bom gosto. É uma criança inteligente que
prefere assistir Dirty dancing a desenhos chatos e que encenou Sweeney Todd na escola
ao invés de Cats como todas as outras crianças. Vejo sempre que passa e todas
as vezes suspiro por ela.
Me diz quais seriam suas escolhas para as categorias acima e um feliz
dia internacional da mulher para todas nós.