sábado, 20 de setembro de 2014

Uma Análise sobre...a heroína de ação Lucy!




        Se você pensa que vai ao cinema para ver um filme sobre uma mulher bonita dando porrada nos marmanjos do começo ao fim é melhor nem ir. Ou melhor, vá, porque essa vai ser uma experiência diferente do que você tem em mente. Já tinha lido algumas criticas de que o filme seria diferente das expectativas passadas nos trailers, mas não sabia que ele teria uma visão tão antropológica. E eles acertaram nisso.
       Scarlett johansson vive Lucy uma estudante que é aspirante a atriz, modelo, sei lá, (isso não fica muito explicado no filme) que se vê obrigada pelo peguete dela a entregar uma pasta para um mafioso. Ela desconhece o conteúdo da pasta, mas literalmente não tinha como se livrar do objeto. Ao tentar entregar para o cara, ele lhe oferece um “emprego” que consiste em servir de “mula” para transportar um tipo diferente de droga. A droga é inserida em seu corpo e após muita pancada no local aonde ela foi costurada, o pó azul se mistura a sua corrente sanguínea e é ai que a mulher se transforma numa deusa, numa louca, numa feiticeira (ela é demais). Uma inteligência fora do comum vai surgindo e aumentando. Conforme vai subindo a porcentagem de seu nível intelectual também vem o controle sobre si e sobre os outros e ai vem às partes sensacionais de pancadaria, tiros certeiros e perseguição de carro. Do jeitinho que todos queriam.
       Achei a premissa do filme muito semelhante à de Sem Limites, filme protagonizado por Bradley Cooper que também partia da ideia de uma droga sintética que aumentava o intelecto de seus usuários. Ambos podem fazer coisas incríveis e inimagináveis, mas que ao alcançar os 100% podem ter suas consequências. A única diferença é que ele não brigava como Lucy.
       Com essa personagem Scarlet se consolida de uma vez por todas como uma atriz de ação. Faceta que ela já tinha mostrado em filmes como homem de ferro 2, os vingadores e capitão américa 2. Mas dessa vez ela mostra que veio para ficar e pode sim chutar bundas sem problema algum.


       Morgan Freeman é seu coadjuvante e mentor porque um herói de ação sempre tem que fazer dupla com alguém que pense por ele (não que Lucy precise disso) é a partir dos conceitos dele que começamos a entrar na cabeça da protagonista e entender o que acontece com ela e com as coisas do mundo. A teoria evolutiva vai se mesclando a historia dela e até se afirma que a primeira mulher da terra se chamava Lucy. Teorias e mais teorias.
       As analogias também estão presentes, como a sequencia inicial onde nos deparamos com imagens da selva onde se mostra um grupo de felinos (representados aqui pelos capangas do mafioso) encurralando um servo, veado, sei lá (Lucy) comparações que num primeiro momento podem parecer desnecessárias, mas que elevam o filme à reflexão.
       Lucy é um filme bem “tela quente” que mistura sequencias de ação com ficção cientifica. Típico do seu diretor Luc Besson que já havia feito isso em O Quinto Elemento onde acompanhamos a personagem Leelo que era tão durona e fora de órbita quanto à heroína deste. Ele sempre cria um novo universo ao redor de suas heroínas, Apesar de fazer filmes despretensiosos, alguns deles acabam tendo uma boa visibilidade. Vide o caso de Busca Implacável que era pra ser só mais um filme pequeno de ação e baixo orçamento, mas que foi crescendo por causa do boca-a-boca e se tornou sucesso instantâneo. Tal como Lucy, que seria só mais um projeto edificante pra carreira de Scarlett, mas acabou fazendo uma boa bilheteria.
       Este não é um filme que irá agradar a todos, mas é um filme que merece a atenção de muitos. Vá para o Cinema com a mente aberta e relaxe, pois você está prestes a embarcar numa montanha russa do saber. Aposto que quando a sessão terminar ele vai ficar martelando na sua cabeça por um bom tempo.
Um brinde ao conhecimento!

sábado, 13 de setembro de 2014

Definido o elenco da adaptação do livro Como Eu Era Antes de Você

     

       É moçada, parece que o best seller britânico escrito pela Jojo Moyes vai REALMENTE virar filme. E quem deu a tão aguardada noticia sobre quem estaria no elenco foi a própria autora em seu Twitter.
      O casal protagonista Lou e Will serão vividos por Emilia Clarke (a mãe dos dragões da serie da HBO Game Of Thrones) e Sam Claflin (O finnick de Jogos Vorazes - Em chamas)
       Para quem não leu o livro ele conta a historia de Louisa Clark uma garçonete que é demitida e se vê sem qualificações profissionais ou rumo algum para seguir em frente. Até que encontra um emprego como cuidadora de um tetraplégico ranzinza, teimoso e sem a menor vontade de viver. Com o tempo uma amizade começa a florescer e são surpreendidos por um sentimento muito maior.
       Os roteiristas do filme serão os mesmos de A Culpa é Das Estrelas Scott neustadter e Michael H Weber e se eles fizerem o mesmo esquema do filme anterior poderemos ter um filme extremamente fiel ao livro. A direção do longa fica a cargo da novata no cinema Thea Sharrock (mais conhecida como diretora de series, uma delas é Call The Midwife)
       Sobre a escalação de elenco eu gostei bastante do fato de terem escolhido atores ingleses e gostei da Emília como a Lou (ambas tem até o sobrenome parecido) Quando li o livro não conseguia imaginar ninguém nesse papel. Louisa nunca me pareceu como ninguém em hollywood, a personagem é muito pé no chão para isso, ela é como eu e você, por isso fiquei satisfeita com essa escolha. Com o Will o buraco sempre foi mais em baixo... (Sorry for this)


       Em alguns momentos do book ao imaginar ele me vinha na cabeça o Bradley Cooper e em outros o Tom Hiddleston. Nunca pensei em Christian Bale como muitos (até a própria Jojo) pensaram.
Mas Após assistir Clube de Compras Dallas e ver aquela estupenda atuação de Jared Leto imediatamente o quis no papel. A aparência atual e desleixada dele seria perfeita pro inicio do filme. E os olhos azuis também já estariam ali. Mesmo que eu não ligue pra essa coisa de olhos, acho que os leitores tem uma sisma muito grande com isso (basta lembrarem da época que escalaram o Ansel como o Augustus Waters) e não apenas eles, já reparam que as escritoras contemporâneas também se fixaram nos olhos azuis ultimamente? Existem tantas cores por ai.... Is enought
       Mais do que a aparência do ator deve se prezar o talento e perceber nele qualidades de interpretação para com o personagem do livro. Sam Claflin era um nome improvável na minha lista de "Wills" apesar de ser um rosto conhecido e já ter participado de varias produções como Piratas do Caribe - navegando em águas misteriosas e Branca de neve e o caçador, alem de  filmes independentes, ainda não vi um talento especial nele. Não sei se é por conta de seus papeis serem quase sempre secundários ou se é questão de talento mesmo mas para viver o sr Will Traynor o rapaz terá que treinar bastante pois o papel exigirá muito do lado dramático dele. E também terá que ter carisma para as piadinhas acidas do patrão da Lou. Talvez esse seja o papel da vida dele, torço para que sim.
       Como fã de Me Before You (titulo em inglês) fiquei bastante animada com a noticia de que vai virar realidade e poderei ver meus personagens favoritos na tela. Estava aguardando ansiosamente por isso.
       O filme só deve estrear nos EUA em 21 de Agosto de 2015. Ainda não tem data para os cinemas brasileiros.
E que saia logo o trailer para que possamos acabar com a raça do replay.....

sábado, 6 de setembro de 2014

20 anos do filme Os Batutinhas!

     
        Você lembra-se dos Batutinhas? Se a resposta for sim e se assim como eu você também amava esse filme quando criança, tenho uma coisa para lembra-lo: você está ficando velho! Na verdade nós estamos.
Digo isso porque o filme que representou a infância daqueles nascidos nos anos 90 está comemorando VINTE ANOS de existência.
       Pois é, os The Little Rascals (titulo em inglês) estão crescidos e diferentes (alguns nem tanto) do que eram antigamente. Com destaque para Alfalfa (Bug Hall) e Darla (Brittany Ashton Holmes) que cresceram lindamente. Graças a Deus ele aposentou aquele cabelo/espeto bizarro. Mas que nos proporcionou muitas risadas, sem esquecer-se das orelhinhas que se mexiam quando o mini Don Juan se sentia apaixonado. Coisas bobas mas que para nós crianças na época eram motivo para ver e rever na nostálgica sessão da tarde. Uma pena que nenhum deles tenha dado certo no cruel mundo do entretenimento.


       Porem é ótimo revê-los e recordar os tempos que você e eu cantávamos: Eu tenho um dólar, eu tenho um dólar, hey, hey, hey, hey!
       Lembrando que essa não é a primeira vez que a produtora 22 visions (responsável pelas fotos) faz um ensaio desse tipo, anteriormente foi com os atores de O Pimentinha (que aposto que você também gostava) e você pode ver aqui: 






sábado, 30 de agosto de 2014

Guardiões da Galáxia! oh yeah!

       Sir Robert Downey Jr afirmou que Guardiões da Galáxia é o melhor filme da Marvel. E isso vindo do cara que é tão egocêntrico quanto seu personagem. Palavras do próprio ator (mas ele usou a frase “ego gigante” ) convenhamos RDJ É O CARA e esse É O FILME! Believe me.
       O filme começa com Peter Quill (Chris pratt) ainda na terra e sofrendo com a perda de sua mãe, (que se denomina terráquea porem mais parece com um alienígena) mas ela não o deixou de mãos abanando, e nem o deixou com uma herança de 1 milhão de dólares, a mãe alien o deixou com um walkman que continha uma fita com todas as musicas que ela curtia. Poxa mãe! E aquele se tornou o bem mais precioso do menino...


       Após ser abduzido por um cara que deve ter mais importância nos próximos filmes por conta de um segredo paternal (sem spoilers) ele vira uma espécie de ladrão das galáxias. Após uma cena maravilhosa do rapaz cantando, dançando e chutando ratos espaciais ele rouba algo almejado pelos vilões Ronan e Thanos e que pode destruir toda galáxia.
       Ronan encarrega Gamora (Zoe Saldana) uma espécie de filha adotiva de Thanos para capturá-lo e por isso o primeiro encontros dos futuros amigos (e interesse romântico) não é muito amistoso. Socos, chutes e golpes é o ponto forte da assassina verde. Zoe consegue ficar linda com qualquer cor. 
       Groot (vin diesel) e rocket (Bradley Cooper) também entram na briga pela cabeça de Peter e todos vão presos por conta disso. Engana-se quem achou que a arvore ficou plantada (piadinha ruim cara, sorry) sem nenhum momento memorável. Pelo contrario, ela surpreendeu a todos, mesmo sendo um ser de poucas palavras. Seu vocabulário se resume a: EU-SOU-GROOT! Exatamente nessa ordem, como disse o guaxinim Rocket (chamado de rock na versão dublada e talvez legendada, pois só vi dublado mesmo)
       É um pouco decepcionante para o publico feminino não ver o Bradley Cooper em cena, mas ele mandou muito bem na pele (ou no pelo?) do bichinho autoritário, inteligente e abusado. As melhores piadas são a cargo dele, (ri alto no cinema com a piada da perna) e mal dá para enxergar o galã indicado ao Oscar por trás do animal. A não ser no quesito fofura porque ambos são fofos <3
       O grupo conhece Drax (Dave Bautista) na prisão. No começo ele quer matar Gamora (Cê jura?), mas depois que secrets são revelados uma amizade completamente fora dos padrões nasce.


       Guardiões da Galáxia veio para dar uma dose de entusiasmo nessa nova leva dos filmes da casa das ideias. A trilha sonora e o humor Marvel são as melhores coisas do longa. Eu não posso dizer se esse é o melhor filme de heróis do estúdio, mas posso afirmar que é definitivamente o mais engraçado.  Muitos disseram que ele é uma fusão de Indiana Jones com Star Wars e em vários momentos dá para lembrar-se desses clássicos, mas o filme não se resume a isso. Ele é muito mais. Tem suas peculiaridades que tornaram o produto final excelente e superou as expectativas.
       Guardians of the galaxy é mais uma prova da qualidade do universo Marvel que vem sempre com novidades e personagens cativantes. Alem de trazer uma good vibe e novos heróis para torcer.

       Obs:  Foi decepcionante esperar tanto pela cena pós créditos. Ainda mais porque o personagem dos anos 80 que apareceu é um que eu morria de medo.... RS!

Cena fofa do Baby groot com I Want You Back do Jackson 5 <3


segunda-feira, 28 de julho de 2014

"Filmes de mulher mal comida" WHAT???



       Recentemente após a estréia de A culpa é das estrelas (He we GO again) prometo que este será o ultimo post sobre o filme, tive o desprazer de ler uma postagem grosseira no facebook. Uma amiga compartilhou um link em que um “cavalheiro” por assim dizer, estragava o final do filme em questão e ainda chamou as meninas que o assistiram de “mal comidas” e que o filme era “filme de mulher mal comida” Sério que existe preconceito cinematográfico? Parece que sim. 
        E essa não foi a primeira vez que ouvi essa triste expressão. Anteriormente foi na sessão de Amanhecer parte 2 da saga Crepúsculo. Muitos comentários maldosos por parte dos meninos pipocaram na época da saga, mas este foi o mais pejorativo. Falar dos defeitos de um filme é completamente aceitável afinal cada pessoa tem uma visão diferente a respeito de uma obra, mas daí chegar ao ponto de ofender seus telespectadores é muita canastrice. Mais canastrice do que o elenco inteiro de crepúsculo junto.                    Infelizmente é o que acontece. Enquanto nós meninas quando somos questionadas sobre um filme de “brucutus” daqueles com caras grandões que batem,socam, atiram, manobram carros tonados e etc... simplesmente respondemos “não gosto muito desse gênero” (cada uma com suas palavras e tom de voz) e nem assim chegamos a ignorância. É claro que existem meninas que AMAM esse tipo de filme e aplaudo essas girl powers porque olha...nem que eu tivesse testículos...Contudo nós que somos a maioria e que gostamos dos gêneros de “esquerda” somos ridicularizadas nas redes sociais. Os filmes de “mulher mal comida” na comunidade do cinema são chamados de “filme água com açúcar”, ou melhor, “filmes de mulherzinha” (nesta categoria também se enquadra os chamados chick flicks) que são aqueles em que o casal perfeitos um pro outro se conhecem, se apaixonam, brigam, mas no final ficam juntos. Mas neste meio termo muita coisa acontece e geralmente proporcionam as melhores cenas. Mas é claro que não existe uma regra. A culpa é das estrelas é um exemplo, o final não foi nada parecido com o que descrevi acima. Foi doloroso e as lagrimas desceram e essas lagrimas também são características dos filmes água com açúcar. Alguns exemplos desse tipo de filme: 

Diario de uma paixão (Rachel macadans é a rainha do gênero) 
Sintonia do amor 
Como perder um homem em dez dias
 Chocolate
 Só você
 Casamento grego
 Para sempre (lá vem a Rachel again)
 O guarda- costas
 Ghost – do outro lado da vida
 Dirty dancing – ritmo quente
 Uma linda mulher 
Querido John

       

       Enfim... A lista é infinita. E esses são os filmes que os meninos odeiam. Filmes sensíveis, com ótimas historias e (alguns) com uma grande lição de vida. É realmente lastimável que os garotos dessa geração não possam ser amáveis e admiráveis como os homens desses filmes. Tantas meninas que merecem um Gus, um Edward cullen, um Noah mas preferem se contentar com pouco. But easy girls...ainda há esperanças. Enquanto os adeptos dos “brucutus” estavam nos xingando pelas redes sociais (e criticando pessoalmente, graças a Deus o MEU não) aqueles que têm capacidade de arrumar uma namorada estavam ao lado delas no cinema. Segurando a mão, emprestando o ombro, enxugando o rosto e mesmo que não gostou do filme a noite eles tiveram sua recompensa. E os machões? Estavam na companhia de um lençinho de papel. Quem não tem sexo agora hein?

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A Culpa é das estrelas okay? okay!


        Foi quase um ano de espera. E há cada escalação de elenco, fotos e trailer que iam saindo a empolgação dos fãs foram aumentando a cada dia mais. E como fã da obra de John Green posso dizer que fiquei bastante satisfeita com o resultado final.
       Se você é fã e ainda não viu o filme (what's wrong with you?) relaxa, porque todas as cenas que você gostaria que estivessem, estão lá. E exatamente da forma que imaginamos. Só senti falta de algumas que são bobas e dispensáveis. Mas mesmo assim gostaria de de tê-las visto. Como a da garotinha experimentando a cânula da Hazel no shopping (que por sinal teria o John Green mas foi cortada da edição final) e a dos pais brigando com Gus por ir a Amsterdam. Também gostaria que alguns personagens do livro desses as caras, como a amiga de Hazel e a ex de Gus (Que mesmo morta poderia aparecer em flashbacks) mas sei que se tudo fosse incluído, esse filme teria mais coisas em comum com Titanic do que só as lágrimas. Teria umas quatro horas de duração. o que realmente não seria um problema para mim.
       O lado ruim de um filme ser completamente fiel ao livro é que não há surpresas. Não houve momentos ou falas que me surpreendessem. O que foi meio incomodo mas nada que boas atuações, uma boa trilha sonora e algumas risadas obvias não curassem.
       Para aqueles que não conhecem a historia esse filme é uma bela surpresa e possui uma grande reviravolta que nos faz nadar em rios de lagrimas.
Há quem diga que este é o tipico filme adolescente criado para fazer chorar e comover plateias. E que esta foi a formula para chamar o publico, eu discordo, quem vai para o cinema com a intensão de chorar? fomos ao cinema com a intenção de ver uma historia de amor que mesmo com itens clichês supera todos os maneirismos e passa por cima das coisas obvias.
        Esta não é aquela historia sobre o casal que apesar de um deles estar muito doente eles ultrapassam isso com o poder do amor e a pessoa doente se cura e são felizes para sempre. Aqui não há aquela morbidez e aquele pessimismo tipico dos filmes sobre doentes. pelo contrario. Dessa vez vemos protagonistas e coadjuvantes (Isaac) conformados e que fazem piada com seu estado de saúde, com suas tristezas e até com a morte.


       Contudo, alem do sarcasmo de A culpa é das estrelas ainda há aquele desejo subliminar de ultrapassar as barreiras da doença e lutar pela vida. Ele possui aquele áurea de filme romântico da antiga sessão da tarde que nos arrebata e nos faz chorar até começar a novela. Filmes como Meu primeiro amor.
       Fico muito feliz pelo filme ter encontrado publico alem dos leitores. muitos puderam conhecer a linda love story de Hazel e Gus, muito bem interpretados por Shailene e Ansel. Ela é ótima e todo mundo já sabia e ele se encaixa perfeitamente no perfil de um cara charmoso e conquistador. Gus Waters é um príncipe contemporâneo. E é mais um daqueles personagens que você sabe que não existe na vida real mas mesmo assim você insiste em esperar por ele. A culpa é das estrelas foi um belo presente pra todos nós e foi um sinal esperançoso de que no futuro nossos livros preferidos sejam retratados de forma tão fiel como foi este.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Passado e futuro se engafinham em: X-men - Dias de um futuro esquecido

     
       Depois do exito de X-men - First Class e dos anteriores que abrangendo os filmes solos do Wolverine batem a marca de seis filmes no total, chega aos cinemas esse sétimo que está indo muito bem nas bilheterias e vem colecionando boas criticas.
       Havia um certo receio por conta da junção dos antigos X-mens e os novos. Mas deu certo. Até porque ambos os times (do past e do present) não se uniram de uma vez só, cada um colaborou dentro do seu espaço de tempo. Menos o "Wolvis" que por ser o único mutante capaz de suportar a carga de uma viagem no tempo, esteve tanto no antes como no agora. Lá ele encontra com um Charles Xavier fracassado que após perder tudo não se importa mais com nada. O ato de convence-lo foi fácil demais, eles não enrolaram muito com isso e foram direto ao ponto. Depois foram atrás de Erick (O jovem magneto) e o fizeram escapar de uma prisão de segurança máxima depois de uma cena maestral com o novo mutante recrutado especialmente para isso, Mercúrio. Aquela cena já valeu o ingresso. Pena que não desenvolveram mais este personagem. Até porque não dava tempo. Muitos personagens e muitas historias do passado para contar.
       A prisão de Erick foi ocasionada por supostamente ter matado o presidente, não um fictício, mas sim John F. Kennedy (Que talvez seria um mutante) Em "First Class" historias politicas também foram inseridas no contexto dos mutantes para dar um toque de realidade.
       Dos filmes anteriores quase todos os antigos personagem relevantes estavam presentes. Mesmo que alguns tenham aparecido apenas no final, através de uma conversa rápida ou de relance como foi o caso da Vampira (Anna Paquin), Jean Grey (Famke Janssen) e Ciclope (James Marsden). Ellen Page e Hally Berry ainda foram contempladas com algumas falas e cenas de ação. Bem sucedido mesmo é Hugh Jackman que como sempre domina a cena com seu Wolverine.


     
       Quem se junta a ele do time atual é Jennifer Lawrence que arrasa com sua jovem mistica, nos fazendo se esquecer completamente que um dia já existiu outra. James McAvoy e Michael Fashben competentes e moderados como usualmente. Aliás James e Patrick Stewart (The Old Xavier) fizeram um bom trabalho na divulgação do filme aqui em terras brasucas. Foram simpáticos e receptivos com todos. Deram um show de humildade no programa The noite.
       O elenco é de primeira e não tem como falar de mal de alguém. Cada um se encaixa em seu papel e faz um bom trabalho. As cenas de ação foram muito boas, mas se você for ver em 2 D não perderá muita coisa. não me lembro de nenhum momento memorável. nem na cena com o mercúrio.
Esse X-men mostra que o passado pode sim influenciar o futuro e muda-lo de forma drástica. porque tem coisas que só podem ser mudadas se voltarmos no tempo. E assim eles fizeram. Precisavam parar o personagem de Peter dincker, se não a raça mutante seria exterminada.
A leva de filmes de herói é gigantesca de anos pra cá e esse não fica perdido no tempo.