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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Review Vingadores - Guerra infinita (com Spoilers)


          Sucesso absoluto de publico e critica, Vingadores Guerra infinita se tornou o 4° filme de maior bilheteria ever, até aqui não há surpresas, era certo que o publico que acompanha a Marvel há mais de 10 anos compareceria em peso à esse grande evento, até mesmo o publico “cinéfilo de praça de alimentação” lotou as salas pelo mundo. A surpresa maior foi se deparar com um roteiro que apesar de alguns problemas, no geral é coeso e torna o filme melhor ainda. Afinal, mesmo com tantos efeitos especiais (maravilhosos por sinal) o filme deveria ser realmente bom e senhoras e senhores, isso ele é.
          O grande vilão Thanos quer conseguir todas as pedras do infinito e para impedi-lo de se tornar invencível, os vingadores precisam dete-lo.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Review e Podcast Os Defensores


            Finalmente os heróis da Marvel/Netflix se reuniram, e para enfrentar o tentáculo, um grupo de vilões que vem ganhando terreno desde a 1° temporada de Demolidor. Como no cinema onde os vingadores se reúnem para destruir um vilão em comum. Mas assim como na produção cinematografica dos maiores heróis da terra, os fãs estavam com medo do resultado final da junção dos heróis da TV, principalmente depois do fracasso que foi Punho de ferro, a noticia boa é que eles se redimiram e entregaram algo satisfatório.
           Os Defensores é uma série criada por Douglas Petrie e Marco Ramirez que junta O demolidor, a Jessica Jones, o punho de ferro e o Luke Cage, todos heróis da Marvel Comics.

sábado, 15 de abril de 2017

Review série Punho de ferro - 1° temporada


          Essa foi a série da parceria Marvel/Netflix que teve a pior repercussão até agora. O Rotten Tomatoes e as críticas massacraram ela. O que me fez desanimar bastante para assisti-la, mas quando finalmente o fiz, não é que eu gostei? As críticas negativas me ajudaram bastante na hora de apreciar ela.
          Daniel Rand é um bilionário que sofreu um acidente de avião quando criança e teve a vida salva por monges que o treinaram na cidade mística de Kun Lun e fizeram dele o Punho de ferro, 15 anos depois ele volta a nova York para retomar sua vida na empresa de seus pais e salvar a cidade do tentáculo.

Review série Legion - 1° temporada


          Se antes eu achava Mr Robot confusa é porque ainda não tinha assistido Legion. A série surgiu com a promessa de ser algo extremamente diferente das outras séries de super-herói e ela realmente é. Diferente, confusa, indie e sensacional.
       Em Legion David é internado em uma clínica psiquiátrica com o diagnóstico de Esquizofrenia pois ele ouve vozes e vê “monstros” que o perseguem.

terça-feira, 7 de março de 2017

Review filme Logan


          Wolverine sempre foi um personagem conhecido por sua força e sua brutalidade, mesmo que nos outros filmes a violência não seja tão escancarada como é nesse, nós reconhecíamos essas características do personagem. Os fãs de quadrinhos então são mais familiarizados ainda. Os que assistiram (assim como eu) o desenho X men evolution no SBT (na hora do almoço, ah que saudade) também conhecem esse lado do herói. Agora você pensa num filme em que esse personagem está destruído, derrotado, humanizado... Esse é Logan, o filme que dentre muitos aspectos te ganha pela dor e pela emoção.
          O filme se passa em 2024 e nesse futuro os mutantes estão praticamente extintos e uma instituição está transformando crianças mutantes em assassinas por isso Logan e professor Xavier devem proteger uma dessas crianças, a X 23, dos vilões que estão atrás dela.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Review HQ Miss Marvel


          Assim como nos cinemas e nas séries de TV, as HQs vêm se adaptando ao nosso contexto atual. Novas heroínas estão surgindo e com elas representatividade, empoderamento e muito Girl Power. Elas vêm desempenhando um novo papel na sociedade que é mostrar para as meninas do mundo todo que elas podem sim ser o que elas quiserem. Miss Marvel vem me iniciar nesse novo mundo “feminino” das HQs e me deixar sedenta de outras HQs protagonizadas por mulheres.
          Kamala Khan é uma adolescente de 16 anos de origem paquistanesa que vive em Jersey e após fugir de casa para ir numa festa é envolvida em uma espécie de fumaça que é a nevoa de terrigeno dos inumanos e nela e aparece para Kamala os vingadores e eles concedem a menina um desejo, de se tornar heroína.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Review Filme Doutor Estranho


          Às vezes é espantoso como a Marvel consegue acertar todas as vezes, mesmo que em seu catalogo ela tenha filmes medianos, ela sempre nos surpreende e de diferentes formas e agora com Dr Estranho a surpresa é muito agradável aos olhos.
          Dr Estranho é dirigido por Scott Derrickson (que tem vários filmes de terror em seu currículo, tanto como diretor quanto como roteirista) e conta a história de Stephen Strange, um neurocirurgião que após um acidente de carro perde a habilidade do seu maior instrumento de trabalho, as mãos, e na busca por uma cura ele vai para o Nepal e começa se um processo de cura e aprendizado do mundo de energia e dimensões alternativas.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Review Filme Capitão América: Guerra Civil


          Sou uma grande fã do universo cinematográfico da Marvel. Por mais que as pessoas digam que os filmes são infantis, rasos e que são humorados até demais, eu gosto muito e sempre me gera uma hype imensa quando está prestes a sair mais um filme.
Por isso estranhei a minha falta de empolgação inicial com Civil War. Não estava colocando muita fé nesse filme. Nem o fato dele ser o terceiro filme do capitão America, sucessor do bem sucedido Soldado Invernal, que é um dos melhores filmes da Marvel estava elevando minha empolgação. Mas ai que eles lançaram o trailer com o Homem Aranha e ai senhoras e senhores... A fã louca da Marvel ressurgiu. A cena era minúscula. Só no final do trailer e eis que um singelo “Hi Everyone” do cabeça de teia foi o suficiente para a chama reacender.
Imagine a minha surpresa quando começou a pipocar só criticas positivas sobre o filme. Todos estão considerando esse como um dos melhores filmes da casa das ideias. Sim, eles disseram isso do anterior, mas eles estão falando a verdade de novo. Quem diria que o Capitão América, um herói tão sem graça e que teve um primeiro filme muito do mais ou menos traria grandes filmes como esses.

            Primeiro tenho que pedir que esqueçam o livro. Eu comecei a ler (ainda não terminei) semanas atrás e fui vendo que ele estava extremamente diferente do que estava acontecendo nos trailers. No livro temos os X-men, o Quarteto fantástico, miss Marvel e outros heróis até então desconhecidos para quem não lê quadrinhos. Como o Golias que eu achei muito interessante. E por conta dessa diversidade de heróis e a conhecida divisão cinematográfica que rola por conta dos direitos autorais dos estúdios nunca seria possível juntar todos eles em um filme. Já foi difícil trazer o Homem Aranha, seus direitos estão com a Sony e ele veio emprestado para a Marvel. Por isso não vá esperando semelhança com o livro e os quadrinhos, a única coisa parecida é o nome, de resto não tem nada a ver. O próprio Homem aranha que é figura constante no livro, não aparece tanto no filme. Mas vamos falar de coisa boa? Vamos falar do filme de Civil War... (não que o livro seja ruim, na verdade ele é ótimo, diferente, mas ótimo)


          Guerra Civil foi dirigido pelos irmãos Anthony Russo e Joe Russo que também dirigiram Soldado Invernal e estarão na direção de Vingadores: Guerra infinita parte 1 e 2. Já podemos esperar coisa boa vindo por ai. Nesse terceiro filme do bandeiroso os vingadores se dividem entre aqueles que aceitam o controle do governo e aqueles que não.
         O roteiro sabe mesclar muito bem os momentos sérios, políticos e dramáticos com as cenas engraçadas e os diálogos bem humorados. Os argumentos de cada equipe são tão coesos que é difícil escolher um lado. Até porque por mais sério que o filme seja em alguns momentos você enxerga aquilo como um confronto de família (até há um motivo familiar que deixa todos chocados) como uma briga entre irmãos, você sabe que eles podem brigar feio, mas nada que possa resultar em algo grave, pois independente da ideologia eles são amigos e amam um ao outro.
          Os atores estão brilhantes em seus papeis. Robert Downey Jr é um ótimo ator sempre  e aqui ele consegue se sair melhor ainda, muito mais emotivo e menos sarcástico. Chris Evans que é apenas um ator esforçado aqui tem seu melhor desempenho até agora, agora sim está com postura de líder. Scarlett Johansson está mais badass do que nunca, reforçando nossa torcida por um filme solo dela, Anthony Mackie é sempre uma figura simpática, Sebastian Stan (muito melhor neste) com um Soldado Invernal mais humano. Pena que a Elisabeth Olsen, Jeremy Renner, Paul Bettany e o Don Cheadle (talvez nem tanto o Don)  não tenham tanto destaque assim. Tirando o gavião que sempre me pareceu desinteressante, os outros são ótimos personagens. Mas os grandes destaques realmente são o Paul Rudd que trás um homem formiga cheio de cartas na manga (por causa de uma cena ele se torna uma das melhores coisas do filme) o Chadwick Boseman como Pantera Negra, a introdução do personagem foi feita de forma tão incrível que nos deixa com gostinho de quero mais, além de ser um personagem extremamente diferente, ele não é um cara comum, ele é da realeza e sua forte presença comprova isso e o maior destaque é sim o Spider. Que não tem muitas cenas, mas está presente nas melhores. Aliás, o fato dele estar presente já melhora a cena. Não posso afirmar que Tom Holland é o melhor Homem Aranha do cinema, ele está ótimo, mas acho cedo pra afirmar isso. Ele é uma mistura do nerd dos filmes com o Tobey maguire e o descolado dos filmes com o Andrew Garfield. Ele é carismático e divertido. Parece uma criança no parque de diversões, se impressiona com tudo. Sua roupa num primeiro momento pareceu computadorizada demais, mas depois quem assiste se acostuma.


A impressão é que o filme não tem vilão. O Barão Zemo do Daniel Bruhl é tão apático que nem suas motivações convencem. Martin Freeman como Everett Ross é um total desperdício de talento, ele é um ótimo ator, mas perdeu tempo num personagem que poderiam dar a qualquer ator menos conhecido, pois não faria diferença nenhuma. Até a Tia May da Marisa Tomei teve mais relevância do que ele e olha que ela só teve 10 minutos em cena (ele deve ter tido uns 15 minutos).
          Guerra Civil foi uma gratificante surpresa. Não é só um ótimo filme de herói, é um ótimo filme e ponto. Divertido como só a Marvel sabe fazer (parece que a Marvel ganhou mais uma vez da DC) e agora com a hype restaurada que venham os próximos...

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Review 2° Temporada Demolidor


         O Demolidor retorna para sua 2° temporada com bastante personalidade e sem apelar muito para as referencias do universo Marvel como foi a temporada anterior.
Depois de prender o rei do crime Wilson Fisk, agora o herói precisa lidar com O justiceiro, um homem que está exterminando todos os bandidos da cidade de Hell’s Kitchen como parte de uma vingança pois um desses grupos foram os responsáveis por matar sua família.
         Uma das melhores coisas dessa temporada foi a a reviravolta vilanesca. Pelos vídeos, fotos e promos que saíram antes da estreia estávamos certo de que teríamos um vilão sem remorsos, que seria extremamente difícil de enfrentar, falaram até que ele superaria o Fisk em termos de maldade, mas já nos primeiros episódios vamos começando a ter certa empatia por ele. Afinal a retaliação que ele estava fazendo tinha uma justificativa e ele não estava matando civis, ele matava bandidos, ele levava ao pé da letra o discurso do Batman do Ben Affleck que “bandidos são como ervas daninhas: você arranca um e surge outro” ou do próprio discurso brasileiro: “ bandido bom é bandido morto” e nos diálogos com o Demolidor ele deixa explicito essa posição. Em contrapartida, Matt que está muito mais católico e bonzinho nessa temporada acha que os Bad Guys merecem uma segunda chance. Temos a democracia conta a intolerância. E isso fica mais evidente se levarmos em conta que Frank Castle, o Justiceiro, era militar. Olha a ditadura implícita ai.
Apesar de muita gente ter pensamentos como os do Matt, muitas também têm os do Frank. Compartilho da visão do Matt (ou falta dela? Juro que o trocadilho surgiu sem querer rs) mas confesso que algumas vezes me peguei dando razão para Frank. Até porque dá para entender o seu lado, ele viu sua família ser massacrada. Poucas pessoas iriam perdoar quem fez isso e seguir em frente. Essa humanidade do “vilão” nos faz ter apreço e torcer por ele. O publico quer dar a segunda chance que nem o próprio personagem quer. Sua relação com Karen também é um ponto forte. (confesso que shippei)

         Karen tem muito mais espaço e relevância nessa nova temporada. Alguns críticos disseram que poderia tirar ela que não faria falta, mas eu discordo, ela foi muito importante nessa season. Ela foi de moça assustada no final da temporada anterior há mulher decidida nessa. Inclusive nessa descobrimos sua real vocação, mesmo antes dela assumir sua nova profissão já tínhamos notado para o que ela nasceu. Na verdade era perceptível na primeira temporada também. Enquanto ela teve destaque Foggy ficou meio apagado. Nem seus discursos no tribunal foram tão empolgantes como ditos pelos personagens na série. É claro que ele continua sendo o mais engraçado e sua figura é agradável de se ter na tela mas faltou muito de sua essência aqui. Percebo que os roteiristas e produtores de séries de TV sempre dão um jeito de tirar o bom humor dos coadjuvantes como justificativa de seu amadurecimento, pouco a pouco eles vão ficando mais sérios e não vejo razão disso acontecer, por mais que o cenário seja caótico aquele cara está lá para ser o alivio cômico, isso é o que gostamos nele. Aconteceu com o Stiles em Teen Wolf e agora está acontecendo com Foggy.


           Elden Henson e Deborah Ann Woll continuam eficientes em seus papeis. Charlie Cox então está melhor ainda como Matt Murdock. Ele que foi a grande revelação no ano passado e está tremendamente bem nessa também. Nas cenas que ele perde a audição podemos ver isso e também vemos que o tempo longe de seu personagem não afetou em nada sua relação com ele. Charlie continua interpretando com maestria um personagem cego e também um herói que utiliza muito bem seus aguçados sentidos. Houve algumas cenas falhas desse tipo, como quando ele acha alguém caído ou algum objeto mesmo sem ter havido um ruído sequer na direção do dito cujo, mas são poucas e imperceptíveis. Como disse anteriormente ele está mais certinho dessa vez, impede sempre os vilões de matarem, a impressão é que ele está tentando compensar os erros do passado. Outro que está surpreendentemente bem é Jon Bernthal, o Punisher, quem diria que aquele canastrão de The Walking Dead conseguiria fazer um bom trabalho nesse? Essa é mais uma prova viva de que Daredevil revela talentos ocultos de atores que não tiveram destaque anteriormente (Charlie?) O papel caiu como uma luva para ele. Ele tem cara e postura de vilão. Não poderiam ter escolhido ator melhor para interpreta-lo. O que ocorreu parcialmente com Elektra, interpretada pela Élodie Yung, ela é uma triz francesa que soa totalmente inexperiente. Tem uma beleza bem comum (isso não é ruim, afinal queremos ver mulheres como a gente em tela) mas é charmosa. Porem sua atuação é cheia de altos e baixos. Ela é fraca e precisa se esforçar mais em seus próximos trabalhos. Mas não é de toda ruim, suas cenas de luta e os momentos flashbacks de Elektra e Matt são até legais mas mostram um relacionamento doentio. Eles são iguais em algumas coisas, mas totalmente opostos em outras. Principalmente naquilo que eles acreditam. Elekra trouxe à tona um lado mais aventureiro e rebelde de Matt mas ao mesmo tempo um lado irresponsável. Ela é uma má influencia para ele e é difícil nos convencer a torcer por eles.
           Daredevil teve mais uma excelente temporada, mesmo que inferior há primeira, muito graças ao elemento surpresa de não saber o que esperar. Os primeiros episódios são ótimos, a metade da série é meio arrastada, mas um esquenta para os excelentes episódios finais. O final pode ser meio desanimador para aqueles sonhadores que acham que tudo é para sempre, mas alguns novos rumos são necessários para expandir o universo dos defensores e os próprios personagens em si. Tem muita ação e porradaria, do jeito que a audiência gosta e não se limitam na violência, em uma das cenas vê-se claramente um bandido levando um tiro na cara, o que pode ser forte para alguns. A série tem personalidade própria, bons confrontos, ótimos diálogos, boas atuações e participações de personagens anteriores. (Um em particular que fez todos pirarem) continua sendo sim a melhor série de herói da atualidade e que venha a próxima temporada.... Já estamos com saudade.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Review Deadpool


          Quem diria que o Deus do cinema daria uma nova chance a Deadpool? Depois da desastrosa aparição no desastroso filme X Men Origens: Wolverine era quase certo que o “herói” estava morto e enterrado para o cinema. Talvez essa aparição tenha sido uma grata provação para que o personagem retornasse tão sarcástico, fazendo piada de tudo e todos e quebrando a quarta parede, uma das melhores coisas do filme.
Deadpool na verdade é Wade Wilson, um ex-militar e mercenário que descobre que está com câncer terminal, mas que logo vê uma chance de cura nas mãos de um homem que irá leva-lo para um experimento em laboratório. Após sofrer muito e ser regenerado ele vai atrás do homem que raptou sua namorada.
          Olhando assim até parece ser um filme sobre a donzela em perigo, em que seu herói com roupa colada vai salva-la. Ele mesmo afirma no começo do filme que Deadpool é um filme sobre romance, mas logo depois diz que é um filme de terror! Na verdade Deadpool é um filme com vários gêneros em um só. Tem Drama, tem romance, tem terror, tem ação e tem muita comédia. Ele é um filme de comédia com a historia de um anti-herói como plano de fundo. E na maioria das vezes parece uma daquelas sátiras hollywoodianas, só que com qualidade.

          Pelo começo do filme já sabemos o que nos aguarda. As risadas já começam dali quando ao invés deles botarem os nomes da equipe, como todo filme, com o nome dos atores, diretor, produtores, roteiristas e etc... Ele vai criando frases que caracterizam a função de cada um naquele filme. Parece até aquelas legendas engraçadas das entrevistas do programa pânico. Gostei muito da singela homenagem aos roteiristas que são “os heróis de verdade” até que enfim alguém reconhecendo aqueles que fazem o papel mais difícil numa produção de um filme. Eles são a alma dos projetos, não existe vida sem eles. E por falar em roteiro, o de Deadpool está bastante afiado, as piadas são referenciais e bem divertidas, claro que algumas são escrachadas, mas não poderia ser diferente se levarmos em conta o personagem dos quadrinhos. Enquanto pegaram firme na comédia, na parte de desenvolvimento da trama eles pecam um pouco. A historia não é nem um pouco grandiosa e nem original. É simplesmente o cara ferrado que adquire poderes e que precisa lidar com eles ai depois precisa lidar com o vilão que sequestrou a namorada. Sim é a donzela em perigo, mas ela não é tão indefesa assim. A cena final mostra muito bem isso.


Quem interpreta Vanessa é a atriz brasileira, mas criada nos EUA Morena Baccarin. O que salta a primeira vista claro que é sua beleza, mas aos poucos vamos percebendo seu talento e nos lembrando de outros bons trabalhos dela. O inicio do filme ela é creditada como a “gostosa” porque sim, em todo filme de herói tem que ter uma para animar a garotada, mas logo esse credito vai mudando e vemos uma mulher independente, divertida, inteligente, sensual e apaixonada pelo namorado. Quando descobre a doença dele ela faz mil planos para reverter a situação e quando ele vai embora e eles se reencontram ela não age como a mocinha que o enche de beijos porque ele voltou, ela bate e xinga ele por ter ido embora. Como uma mulher real e SENSATA faria. Há menos que você tenha passado pelo que o Wade passou e que tenha ficado deformado como um abacate que transou com outro abacate você não tem desculpa nenhuma por ter sumido queridinho.
O dono da frase do abacate é o amigo de Wade, Weasel, interpretado pelo ator T.J Miller, que apresentou os Critic’s Choice Awards e foi um fiasco. No filme ele também não está grandes coisas, tem uma piada boa aqui e ali, mas também nada no nível de seu protagonista. Dos outros atores coadjuvantes se destacaram a heroína do x-men Negasonic, que apesar de séria e ser a típica adolescente ranzinza como o próprio deadpool zoa é uma figura legal. Seu parceiro Colossus também é divertido, apesar dos efeitos especiais horríveis e o sotaque irritante. Outros que também rendem bons momentos é o taxista particular de Deadpool e sua companheira de cracolândia a idosa cega. Os encontros com o taxista rendem ótimos momentos e apesar de alguns terem criticado a participação da ceguinha e terem achado desnecessária eu achei muito divertida. Invés de ele usar seu amigo como o “Robin do seu Batman” ele a usa para isso. O que é muito legal. Os vilões são um dos mais fracos dos filmes de super-herói, Ajax e Angel Dust parecem até piada.
          Mas não posso deixar de falar da melhor coisa de Deadpool.... O próprio Deadpool. Ryan Reynolds conquistou o papel de sua vida. Ou melhor, reconquistou e como ele conseguiu essa proeza é um grande mistério. Seja um ótimo agente, uma macumba das boas, um teste do sofá... o que tenha sido... o fato é que ele está melhor do que nunca. Não consigo enxergar outro ator para vestir a roupa do herói. E o mais interessante é que ele próprio zoa suas escolhas do passado e questiona seu talento. Tem que ter muito bom humor para isso. Torço muito para que agora que viram seu talento a carreira dele entre nos eixos e ele faça boas escolhas.
          Deadpool é a prova de que muitas vezes um filme com uma trama rasa, efeitos especiais pobres e vilões fracos pode dar certo graças a força e o estrelismo de seu protagonista e de seus coadjuvantes. E a trilha sonora também está super acertada, com musicas lentas clássicas dos anos 80 que nossas mães ouviam no cd Good Times (eu particularmente amo essas musicas e estou ouvindo em looping todas elas) A direção de Tim Miller (Scott Pilgrim) teve sua chance de reconhecimento agora. Com Pilgrim ele tinha se saído bem, mas pena que as pessoas não viram. Ryan assina como produtor e dá pra ver que ele se dedicou inteiramente ao projeto, fazendo algo que tirou gargalhadas de quem assistia. Mesmo com o orçamento contado nas moedas (ele próprio tira sarro disso no filme) o filme se tornou um dos mais eficientes filmes de herói da atualidade.

OBS: A cena depois dos creditos é indispensável para os cinéfilos e aqueles assim como eu que amam os filmes High School dos anos 80 <3

sábado, 25 de julho de 2015

Review Homem Formiga


       O Homem formiga é mais um filme da Marvel, porém que destoa dos atuais por nos trazer um filme de origem, diferente das continuações que saem aos baldes. Isso é um alivio e também uma motivação para ir ao cinema e conhecer mais um herói Marvel dos quadrinhos, um não muito conhecido, mas com uma ideia heroica original que merecia ser explorada.
       O diretor do filme é Peyton Reed que fez seu nome em comédias românticas interessantes como Abaixo o amor, ele foi o segundo na linha de sucessão graças a saída de Edgar Wright (big mistake, huge) e isso foi excelente para o filme já que Peyton é especialista em filmes com bom humor, sofisticado e acessível ao mesmo tempo. Talvez com Wright ele seria mais um filme de heróis que só vale a pena pelos efeitos especiais e que contém o “humor homem de ferro” ou seja mais sarcasmo do que o puro humor de dar risada livremente. Não que Edgar não saiba conduzir um bom humor, ele possui vários títulos de comédia, só estou divagando.
       Neste filme conhecemos Scott lang, que após sair da cadeia não sabe o que fazer para ganhar a vida e pagar a pensão da filha (só assim ele poderá vê-la e se reaproximar dela) ele é cercado por três amigos malucos (ex presidiários também) que vivem de serviços sujos, em um deles ele entra na casa do Dr Hamk Pym a procura de bens preciosos, mas só acha a roupa de encolhimento. Pym já estava com tudo planejado e ele precisava de Scott para impedir que sua formula de encolhimento não caísse nas mãos de seu ex seguidor Daren Cross, um cara meio maluco que quer criar um exército de “jaquetas amarelas” super soldados minúsculos.
       Os primeiros trailers não despertaram a minha atenção e tão pouco o conceito em torno do herói, eu pensava nele como o Chapolin colorado americano, onde o botãozinho da roupa é equivalente as pílulas encolhedoras e a surpresa de relaxar e me divertir com o filme foi a melhor coisa. O homem formiga é um dos heróis mais antigos da Marvel e só agora conseguiu um espaço só seu e trouxe com ele um dos filmes de origem mais legais da Marvel estúdios. Para mim só fica atrás do primeiro homem de ferro. E por falar nele, assim como Tony Stark, Scott também é um gênio no que envolve química, física e cálculos que eu não assimilei da escola (sou de humanas, realmente sou) só não é playboy e milionário como Stark.
 Scott tem uma vida muito comum, a mais comum de todos os heróis da Marvel. Após sair da prisão conseguiu um emprego ruim e foi demitido do mesmo, retratando a dificuldade de um ex detento para arrumar trabalho. Fora que ele tem a filha dele para cuidar, ele não pode simplesmente vestir o traje e torcer para sobreviver, ele tem algo muito importante a perder, ele precisa ser o herói da própria filha em primeiro lugar, descobrimos no ultimo vingadores que outro herói também tem filhos e uma família a zelar, mas a diferença é que os vilões não sabem disso, já o vilão de homem formiga sabe....

E por falar na filha a cena de batalha no trem de brinquedo foi bastante divertida, o bom deste herói é que as maiores (ou seriam menores?) Batalhas acontecem microscopicamente, como essa do Trem que além de trazer a adrenalina da cena de ação também arrancou risadas. As cenas de transição do homem para o herói foram pertinentes e divertidas, não cansativas como geralmente é, foi divertido de acompanhar, assim como as que Scott estava no tamanho de uma formiga, as coisas que acontecem ao redor, a agua de uma banheira caindo como se fosse um tsunami, os pés das pessoas na boate como se elas fossem o Godzilla, é intrigante ver o mundo em 3D através da perspectiva dele. As cenas com as formigas não estavam visualmente perfeitas mas continuam sendo legais. O bom do homem formiga é que ele não precisa destruir toda nova york para salvar o dia. 


       Além das perspectivas inovadoras relacionadas as cenas de ação e efeitos visuais, Ant man também inova no humor, o sarcasmo norte americano é deixado de lado e entra o humor britânico, mas não que o sarcasmo não apareça. Paul rudd é um ótimo comediante e está engraçado neste também mesmo com a aparência abatida, mas os amigos dele interpretados por Michael peña, T.I. e David Dastmalchian são definitivamente os que fazem rir. Peña é o melhor, ele não é o típico paspalhão, ele é um trambiqueiro quase abrasileirado (só que graças a Deus sem o humor mastigado) não poderiam ter escolhido melhores coadjuvantes. Os protagonistas da trama também tiverem um ótimo desempenho. Paul Rudd encarnou o herói e mostrou que sabe fazer outros gêneros, sabe dramatizar e ser o pai amoroso. Evangeline Lilly que faz seu par romântico volta mais uma vez como uma mulher durona (antes como a elfa Tauriel de O Hobbit) mas que demonstra sensibilidade em certo ponto, ela está ótima na personagem, apresentando uma boa atuação e um corpo sarado, com ombros musculosos, assim como Paul que reforça a insistência da Marvel em tornar atores antes gordinhos em gostosos (vide Chris Pratt e Robert Downey Jr) Evangeline só pecou na peruca que estava totalmente artificial e desnecessária (para o próximo filme: pare migs) Outro ator que cumpriu seu papel foi Michael Douglas que está melhor nesse do que em alguns trabalhos recentes. Seu personagem vive o mesmo dilema de Scott com a filha. A questão da aceitação, que parece ter sido o foco do filme pois o vilão também procura isso de Pym, antes de enlouquecer de vez e seguir com seu plano absurdo, roubando a ideia de seu mentor, seu objetivo de plano maligno é pouco convincente e é difícil comprar a causa dele, ele se mostra um dos vilões, mas fracos da Marvel e que menos amedronta.
       Ant man é um filme modesto e humilde perto dos outros parceiros Marvel. Mas que surpreende em muitos aspectos conseguindo superar até aqueles mais cheios de efeitos especiais. O visual do herói é bonito apesar de simples em sua composição e ser longe da ostentação de uma armadura de ferro. A referência aos vingadores são explicitas e feitas como piadas. Até um dos personagens dos novos vingadores surge no meio. Vejam o filme e como é de praxe não saiam do cinema até subir a última letrinha, essas cenas extras valeram muito a pena afinal agora os Vingadores conhecem um cara... ;)

sábado, 23 de maio de 2015

Review série O Demolidor


         Se você ainda não assistiu a série, sugiro que vá de mente aberta e esqueça o filme estrelado por Ben Affleck. O filme do demolidor de 2003 parece um filme de paródia em comparação a nova série da Netflix. Mais uma vez gostaria de destacar a qualidade da Netflix, que começou como quem não quer nada e agora só nos presenteia com produções próprias super dignas. O demolidor deixa até Agents Of Shield da abc (grande emissora americana de televisão) comendo poeira.
         Para os que não conhecem a historia ou esqueceu por causa do filme (eu te entendo) O Demolidor na verdade é Matt murdock um advogado cego que age conforme a lei de dia e desobedece a lei a noite, quando encarna o mascarado herói. O termo desobedecer não implica que ele é um fora da lei (ta, chega dessa palavra) apenas que ele tenta salvar as pessoas e combater os bandidos. Porém tudo com um propósito. Na série ele tenta combater os mandos e desmandos de Wilson Fisk o rei do crime em Hell’s kitchen, nova York. A cada episódio ele vai chegando mais perto de encontrar o poderoso chefão, mas em contrapartida ele tem medo do que se tornará quando encontra-lo. A série aborda um tema não muito explorado pelas outras produções cinematográficas e televisivas da Marvel, aquela contradição entre o certo e o errado, mato ou não mato? É pecado matar? E com isso ele trás uma percepção religiosa não muito presente nas outras produções. O capitão América do cinema é aparentemente cristão, mas não confirma nada, apenas age com boa conduta e isso é o melhor testemunho que ele e qualquer cristão possa dar. Nem palavrão é permitido perto dele. Matt é católico e vive com duvidas sobre seus valores. As conversas com o padre amigo dele levantam varias questões interessantes, em uma delas Matt pergunta ao padre se o diabo existe. De forma sensata e convincente ele responde que sim. Esse impasse é o que torna o personagem bem humano. Ele não é 100% herói e nem 100% vilão. Ele é um cara comum que tem suas convicções e que “Peca” como qualquer pessoa normal e isso o torna tão igual a mim e a você.
         E por falar em capitão América, vingadores e etc..... É claro que a série tem vários links desse universo. Alguns complementos de agents of Shields e referencias explicitas de Os vingadores, apenas desatentos não conseguiram capta-las. No primeiro episódio Matt afirma que conseguiu um ótimo preço pelo escritório que alugaram graças ao “evento” que destruiu a cidade de nova York. O setor imobiliário lucrou bastante com a batalha do primeiro filme dos vingadores e um dos objetivos do vilão é até “reconstruir a cidade” ele quer fazer de Hell’s kitchen um lugar melhor, pelo menos é isso que ele procura passar na mídia.
         As cenas de ação é umas das melhores coisas da série. O estilo de luta e o parkour fazem quem está assistindo sentir cada golpe e ficar preocupado com o herói pois as cenas são muito convincentes, cada soco, chute e arranhão é bastante verossímil. A luta é muito física o que difere do universo cinematográfico onde predomina os efeitos especiais e os poderes miraculosos. O demolidor não tem escudo, não tem martelo, não tem armadura e não usa armas de fogo, sua defesa são seus punhos e por isso que ele precisa de Claire (Rosário Dawson) a enfermeira noturna que o “conserta”. Este é outro elemento verossímil da série, ele não leva porrada e na cena seguinte aparece recuperado, ele sofre, sente dor, permanece quebrado e por isso precisa dela.

Considerada por 98% da audiência, a melhor cena de combate foi a do 2° episódio quando ele vai salvar o garotinho e mesmo estando todo esfolado ele vai por um corredor entrando de sala em sala arrebentando a cara dos bandidos. Ele sozinho, machucado e cego! Ok essa cena não foi muito verdadeira, mas foi incrível. Esse é o entretenimento senhoras e senhores. E assistindo ao demolidor você tem muito disso.


         
         Quem faz o demolidor é Charlie Cox que atuou em Boardwalk empire e stardust. Este ultimo com cara de galãzinho bobo tão diferente de seu Matt murdock. Ele surpreendeu com sua boa atuação cômica e dramática, sem estereotipar o herói e nem o deficiente visual. Seu árduo treinamento para interpretar um cego e para as lutas valeram muito a pena. Outro que foi estupendo e se revelou um dos grandes vilões dos últimos tempos foi Vicente D’Onofrio no papel de Fisk. Um homem enorme, mas que em alguns momentos parece uma criança solitária e em outras um assassino frio e calculista...e alto! Vicente está idêntico ao vilão dos quadrinhos e sua atuação é impecável. A serenidade com que fala e a brutalidade com que ameaça nem parece vinda da mesma pessoa. Outro lado positivo da série são os flashbacks. É mostrada a infância e o amadurecimento do herói e do vilão. E o motivo pelos quais ambos são como são. Matt teve uma infância difícil e poderia ter se tornado como Fisk, mas não o fez. O retrocesso ao passado esclareceu muitas coisas, mas em certos momentos se torna cansativo, mais pela parte de Matt pois a de Fisk é bem interessante e chocante.
         Os coadjuvantes são Foggy Nelson (Helden henson) o sócio e melhor amigo de Matt e Karen Page (Deborah ann woll) a secretária e amiga da dupla. Há muita química entre os três e é de Foggy as melhores piadas. Ele é o perfeito alivio cômico. Karen é quase seu interesse romântico e a atriz de true blood reforça o time de bons atores. O único problema (ou bom diferencial) da série é que não há desenvolvimento dos casais. Eles flertam, mas não desenvolvem o romance, menininhas como eu ficam esperando o namoro de Matt com Claire ou de foggy com Karen, mas nada acontece, (talvez na próxima temporada), o romance que mais foi adiante na série foi de Murdock e Nelson. A amizade deles não é colorida, mas é linda, um dos bromances mais honestos e fofos da atualidade. O episódio em que eles passam por uma DR e Foggy começa a lembrar de quando conheceu Matt (sim o amor dos dois é nesse nível) é um dos mais legais da série. E a cena de Matt chorando é de cortar o coração.
         Se você ainda não viu O demolidor (what the hell?) sugiro que faça isso. O visual soturno, as cenas de ação, os links com a Marvel, as atuações (até o capanga de Fisk, James vivido por Toby Leonard Moore é ótimo em ser sínico) o bromance, a filosofia e a volta por cima do herói dos quadrinhos são motivos suficientes para vê-la. Eu confesso que torci o nariz quando anunciaram a produção da série, mas agora que vi os 13 eps na Netflix só quero que chegue logo o ano que vem para ver a nova temporada.

Obs: ainda serão lançadas outras três séries de heróis da Marvel: A.K.A Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro que juntos com O Demolidor serão “Os Defensores”. Os vingadores da televisão. Se essas séries tiverem a qualidade de Daredevil estamos certos de que virá coisa boa pela frente.

sábado, 30 de agosto de 2014

Guardiões da Galáxia! oh yeah!

       Sir Robert Downey Jr afirmou que Guardiões da Galáxia é o melhor filme da Marvel. E isso vindo do cara que é tão egocêntrico quanto seu personagem. Palavras do próprio ator (mas ele usou a frase “ego gigante” ) convenhamos RDJ É O CARA e esse É O FILME! Believe me.
       O filme começa com Peter Quill (Chris pratt) ainda na terra e sofrendo com a perda de sua mãe, (que se denomina terráquea porem mais parece com um alienígena) mas ela não o deixou de mãos abanando, e nem o deixou com uma herança de 1 milhão de dólares, a mãe alien o deixou com um walkman que continha uma fita com todas as musicas que ela curtia. Poxa mãe! E aquele se tornou o bem mais precioso do menino...


       Após ser abduzido por um cara que deve ter mais importância nos próximos filmes por conta de um segredo paternal (sem spoilers) ele vira uma espécie de ladrão das galáxias. Após uma cena maravilhosa do rapaz cantando, dançando e chutando ratos espaciais ele rouba algo almejado pelos vilões Ronan e Thanos e que pode destruir toda galáxia.
       Ronan encarrega Gamora (Zoe Saldana) uma espécie de filha adotiva de Thanos para capturá-lo e por isso o primeiro encontros dos futuros amigos (e interesse romântico) não é muito amistoso. Socos, chutes e golpes é o ponto forte da assassina verde. Zoe consegue ficar linda com qualquer cor. 
       Groot (vin diesel) e rocket (Bradley Cooper) também entram na briga pela cabeça de Peter e todos vão presos por conta disso. Engana-se quem achou que a arvore ficou plantada (piadinha ruim cara, sorry) sem nenhum momento memorável. Pelo contrario, ela surpreendeu a todos, mesmo sendo um ser de poucas palavras. Seu vocabulário se resume a: EU-SOU-GROOT! Exatamente nessa ordem, como disse o guaxinim Rocket (chamado de rock na versão dublada e talvez legendada, pois só vi dublado mesmo)
       É um pouco decepcionante para o publico feminino não ver o Bradley Cooper em cena, mas ele mandou muito bem na pele (ou no pelo?) do bichinho autoritário, inteligente e abusado. As melhores piadas são a cargo dele, (ri alto no cinema com a piada da perna) e mal dá para enxergar o galã indicado ao Oscar por trás do animal. A não ser no quesito fofura porque ambos são fofos <3
       O grupo conhece Drax (Dave Bautista) na prisão. No começo ele quer matar Gamora (Cê jura?), mas depois que secrets são revelados uma amizade completamente fora dos padrões nasce.


       Guardiões da Galáxia veio para dar uma dose de entusiasmo nessa nova leva dos filmes da casa das ideias. A trilha sonora e o humor Marvel são as melhores coisas do longa. Eu não posso dizer se esse é o melhor filme de heróis do estúdio, mas posso afirmar que é definitivamente o mais engraçado.  Muitos disseram que ele é uma fusão de Indiana Jones com Star Wars e em vários momentos dá para lembrar-se desses clássicos, mas o filme não se resume a isso. Ele é muito mais. Tem suas peculiaridades que tornaram o produto final excelente e superou as expectativas.
       Guardians of the galaxy é mais uma prova da qualidade do universo Marvel que vem sempre com novidades e personagens cativantes. Alem de trazer uma good vibe e novos heróis para torcer.

       Obs:  Foi decepcionante esperar tanto pela cena pós créditos. Ainda mais porque o personagem dos anos 80 que apareceu é um que eu morria de medo.... RS!

Cena fofa do Baby groot com I Want You Back do Jackson 5 <3