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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Podcast Fuller House, Raven's Home, Festival do Rio, Hamilton e etc...
Hi Guys, esse é mais um podcast para vocês, onde eu falo sobre as atualizações da semana (tudo que estou lendo e assistindo) e sobre a 3° temporada de Fuller House, 1 ° de Raven's Home, o festival de cinema do Rio onde assisti o filme Me chame pelo seu nome e sobre o musical que estou viciada, Hamilton. Espero que gostem!
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Podcast Atômica e Vikings
Hi Guys, trago mais um podcast para vocês, dessa vez sobre o filme Atômica (com a Charlize Theron) e sobre todas as temporadas da série Vikings, ainda falo sobre as minhas expectativas para a próxima temporada que já estreia no mês que vem!
Ps: eu sei que Atômica já estreou há algum tempo, sorry pela demora
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Podcast Tag GOT: O melhor e o pior da série e as mulheres da série
Esse é mais um podcast do blog, dessa vez sobre Game Of Thrones, nele eu respondo perguntas sobre o melhor e o pior da série e ainda falo um pouco sobre o papel da mulher na série, sobre o empoderamento delas e como as vezes tentam tirar isso delas. Espero que gostem e peço que sigam o podcast pelo Soundcloud e compartilhem nas redes sociais <3
Review da 7° temporada: http://speakcinema.blogspot.com.br/2017/09/review-7-temporada-de-game-of-thrones.html
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Podcast: TAG Um filme que....
PS: Em um dos filmes eu não quis dizer que Poderoso chefão e Scarface são filmes do Martin Scorsese, eu que fui falando tudo junto mesmo rs
O podcast consiste em responder 30 perguntas relacionadas a filmes e são elas:
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Podcast Mary & Max e O Minimo para viver
Depois de um tempo sem gravar podcasts (e com uma vontade enorme de voltar) gravei esse mini podcast que funciona como uma atualização de tudo que li e assisti nos últimos tempos. Para começar gravei sobre a animação Mary e Max - Uma amizade diferente, de 2009, dirigida pelo Adam Elliot e quem fazem as vozes são o Philip Seymour Hoffman, a Toni Collette e o Eric Bana. O outro filme que falei um pouco foi O Minimo para viver, um filme da Netflix dirigido por Marti Noxon e tem no elenco a Lily Collins, o Keanu Reeves, a Carrie Preston, a Lili Taylor e a Liana Liberato.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Review Esquadrão Suicida + Podcast sobre a Arlequina
Esquadrão
suicida é um filme que vem prometendo desde que saiu o
primeiro trailer, e o trailer é um dos melhores já feitos, daqueles que você
quer assistir em looping graças à boa edição de cenas misturadas a trilha
sonora eletrizante de Bohemian rhapsody do Queen. Assisti tanto ao trailer que
percebi todas as cenas dele que não estavam no filme. Assisti ao segundo
trailer depois e só, não vi mais nada, queria manter a surpresa, pois a
expectativa estava altíssima, pensei que dessa vez eu iria finalmente gostar de
um filme da DC, é, ainda não foi dessa vez....
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terça-feira, 9 de agosto de 2016
Review + Podcast Stranger Things
Stranger
Things é uma série criada pelos irmãos Duffer, que são praticamente
desconhecidos do grande público o que surpreende pelo excelente trabalho que
fizeram nessa série. A série é uma mistura de vários gêneros, ela é suspense,
terror e ficção cientifica e tudo com uma pitada de bom humor e fofura por
parte das crianças.
Ela
se passa na cidade fictícia de Hawkins e lá um menino chamado Will desaparece
misteriosamente, deixando sua mãe Joyce e seu irmão Jonathan desesperados para
encontra-lo e não só eles, mas os amigos de Will e o xerife da cidade também.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Review Sherlock - A Noiva Abominável
(ao final do post um mini - podcast para vocês)
Os
especiais de natal são muito conhecidos pelos britânicos. As séries inglesas
sempre fazem esses episódios com temas aleatórios que servem como um presente
de natal para os fãs. A incerteza dos fãs de Sherlock era tanta que quase
desacreditamos que teríamos um especial também. Graças ao tempo incessante de
Hiatos que a série possui. Vi uma vez numa postagem do facebook que diferente
das séries normais, Sherlock não entra em hiatos eventualmente, pelo contrário,
ela sai do hiato eventualmente, o que é verdade. Quem gosta de Sherlock já se
conformou com essa demora toda e agora com seus protagonistas envolvidos em
tantos projetos grandes atualmente, será mais difícil acharem tempo para a
série em suas agendas.
Benedict foi indicado ao Oscar por sua atuação em O jogo da Imitação,(você pode ler meu review aqui: http://speakcinema.blogspot.com.br/2015/02/indicados-ao-oscar-o-jogo-da-imitacao.html) e será o Doutor Estranho nos cinemas. Martin também estará na Marvel, mas com um papel em Civil War. Tudo está uma correria, mas eles sempre voltam aos seus papeis mais conhecidos. Sherlock e Watson. E o mais interessante é ver toda a essência dos personagens ali novamente como se não houvesse passado tempo nenhum. Isso prova o quão perfeitos são ambos para os papéis.
Benedict foi indicado ao Oscar por sua atuação em O jogo da Imitação,(você pode ler meu review aqui: http://speakcinema.blogspot.com.br/2015/02/indicados-ao-oscar-o-jogo-da-imitacao.html) e será o Doutor Estranho nos cinemas. Martin também estará na Marvel, mas com um papel em Civil War. Tudo está uma correria, mas eles sempre voltam aos seus papeis mais conhecidos. Sherlock e Watson. E o mais interessante é ver toda a essência dos personagens ali novamente como se não houvesse passado tempo nenhum. Isso prova o quão perfeitos são ambos para os papéis.
Sherlock
– A noiva abominável se passa na Londres Vitoriana e lá Sherlock e Watson vão
tentar solucionar o mistério da “noiva cadáver” que voltou para se vingar. O
começo do episódio é praticamente o piloto da série ambientada nos tempos de
antigamente. A versão bigoduda de Watson volta da guerra cheio de traumas e vai
procurar um lugar em Londres para ficar, ele esbarra com um amigo que conhece
alguém com quem ele possa morar (o mesmo gordinho que apareceu e sumiu no 1°
episódio da série) e apresenta John a versão de Sherlock sem os cachinhos e com
o cabelo penteado para trás. Após o encontro (praticamente um flashback) o
episódio dá um salto no tempo e mostra Watson já casado com Mary.
O
episódio inteiro é uma comparação de épocas diferentes. E uma critica ao homem
de cada tempo. Eles ressaltam como as pessoas viviam antigamente e mostram como
ainda fazemos as mesmas coisas hoje em dia, mesmo com tanto modernismo. A
mensagem de texto é substituída no episódio pelo telegrama. O irmão de Holmes,
Mycroft está mais parecido com o personagem da literatura pois está mais fofo
digamos assim, o que retrata a figura do homem rico de antigamente que só sabia
dar ordens e comer MUITO. Hoje ainda tem isso, mas a academia e a lipoaspiração
viraram nossa aliada. Mas onde a ferida mais dói é na visão que a série passa
da figura feminina e como antigamente as mulheres não eram vistas e nem
ouvidas. Mary é deixada de lado, Mr Hudson nem sequer é retratada corretamente por Watson
(que é o narrador do episódio e que escreve sobre as aventuras com Sherlock) Molly
precisa se disfarçar de homem para trabalhar no que gosta e a empregada é
simplesmente destratada. Eu amo John Watson, mas confesso que fiquei irritada
com ele algumas vezes e sei que essa provavelmente era a finalidade dos
criadores da série. Ele é o que mais faz pouco caso das personagens, ele que
faz transparecer que a opinião das mulheres não tem a menor importância. O que
destoa do John bem resolvido da atualidade. Que não se importa que Mary tome as
decisões e que não se surpreende quando vê uma mulher no poder. A mulher é tão
importante que o grande mistério escolhido para a trama gira em torno de uma mulher e não porque ela
sumiu ou precisa de ajuda mas sim porque saiu atirando na rua, se matou e
voltou triunfante com sua maquiagem branca, seu vestido de noiva e sua boca de
coringa.
O
que ajudou ainda mais a aliviar a saudade da série é que ela intercala entre o
passado e o presente. Sherlock está sob o efeito de “dorgas” pesadas e por isso
sem nem sair do avião que ele entrou no final da 3° temporada ele viaja
mentalmente para a época vitoriana e lá tenta solucionar outro mistério que
surge no caminho: Moriarty está realmente morto? A conclusão disso é meio
broxante para os fãs do vilão, mas a conclusão do mistério da noiva é extremamente
digna e bem planejada.
Todos
os atores estão bastante à vontade no retorno de seus personagens e todos eles
são definitivamente bons. Mas não posso deixar de aplaudir Benedict que retorna
com um Sherlock Holmes afetado, mas contido e com seu palácio mental muito mais
expandido, Andrew Scott que mesmo já havendo provado a qualidade de seu vilão
Moriarty volta muito melhor, com direito as caretas que tanto admiramos e por Incrível
que pareça a Louise Brealey que sempre foi uma mosquinha morta como a Molly nas
outras temporadas, mas que no especial trás força e atitude para a personagem,
obtendo o destaque que merecia, além de estar linda como cosplay de John
Watson.
Mark
Gatiss e Steve Moffat que são os criadores da série capricharam num episódio
que levanta muitas questões e faz citação ao Sherlock da literatura. Os fãs
mais saudosos de Conan Doyle vão se deliciar com tantas referencias e homenagens.
E o mais legal é a forma sensacional que eles souberam levantar a bandeira em
defesa das mulheres. Eles pegaram um assunto tão atual e conflitante e
expuseram a importância de nós mulheres nos defendermos e lutarmos por tudo que
temos e queremos ter. Sem mimimi, sem rodeios e de forma leve. Esse é um dos
melhores episódios da série (ainda amo o do casamento <3) e já faturou
milhões em audiência. Provando que a série pode ter o maior hiato do mundo, mas
os fãs sempre vão se manter fiéis. Só é uma pena que não pudemos ter essa
experiência no cinema assim como os fãs de Doctor Who tiveram.
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